Neste domingo levei um choque: faleceu Karoly Cvitko, dono do restaurante “A Canga“. Quem me conhece sabe a importância que este restaurante tem pra mim e pode imaginar o quanto fico chateado. O restaurante aparentemente vai continuar por bastante tempo, mas ele vai deixar saudade, pois o Sr. Karoly era uma ótima pessoa, e na época que ainda recepcionava os clientes (seu filho assumiu o restaurante a alguns anos) era sempre educado, divertido e sorridente. Quando minha mãe ia lá, sempre ficava conversando longamente com ele sobre história, pois ambos adoravam o assunto, e a ascedência eslava de ambos só aumentava a empatia mútua.
Na próxima vez que comer um pimentão (recheado ou não) lembre deste homem que trouxe um pedacinho da Hungria com ele e mudou pra sempre as nossas vidas.
Istenhozzád, úr Karoly!
28
Jan
08




Compartilho do teu sentimento, pois cresci ouvindo as histórias de seu Karoly. Lembro de uma vez, quando ainda havia jantar na Canga, em que estávamos só eu e meus pais no restaurante e seu Karoly nos fez companhia para jantar e contou como foi a sua vinda da Hungria para cá, com sua habitual simpatia e nos tratando como se fôssemos parte da família. Esse doce senhor vai deixar muita saudade.
Guilherme, conheci teu blog hj, enqto buscava informações sobre o YouYi, que pretendemos conhecer neste fim de semana.
Triste o falecimento do seu Karoly. Nas vezes em q estivemos no restaurante, não tivemos o prazer de conhece-lo, mas soubemos de sua história pelo rapaz q nos atendeu (nao sei se filho ou neto dele). Tomara q a perda do patriarca não faça com q a família desista do restaurante…
Bem, parabéns, teus textos são ótimos e as escolhas gastronômicas de vcs (tuase de Rebeca) me agradam muito. Agora tens mais eitora! Não deixe de manter o blog atualizado!
Abs.
Márcia
Porto Alegre
Olá Márcia!
Foi uma surpresa ler este teu comentário. Muito obrigado pelos elogios e espero que tu continue lendo e gostando do que escrevo.
Abraços
Guilherme
Perda lastimável mesmo. Ontem vindo para Guaporé, passei em frente ao A Canga e lá estava o seu filho varrendo a varanda. Perda ainda maior para mim que tenho meu ô paterno sendo húngaro. Nem tive coragem de contar para ele ainda.
Triste.