Burn, baby, burn…

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Comida mexicana caseira

Eu gosto de pimenta, o que é óbvio pra quem me conhece e acompanha este blog a bastante tempo. Este meu gosto por pimenta me fez torcer um pouco o nariz quando vi o adendo “comida sem pimenta” na frente do restaurante mexicano indicado por um amigo meu.

From Capsaicina

Acreditando na indicação, fui mesmo assim e tive uma boa surpresa ao ver que o ambiente é caseiro, muito convidativo.

From Capsaicina

O cardápio é MUITO legal, todo decorado com desenhos temáticos e uma historinha em quadrinhos contando como montar e comer um taco.

From Capsaicina

A parte das bebidas segue a mesma linha, com uma ótima seleção de coquetéis.

From Capsaicina

Além dos pratos individuais, é oferecido (durante a noite) o Festivel Tex Mex, que vale muito a pena.

From Capsaicina

O dono é MUITO simpático, ficou um tempão conversando com a gente e contou toda a história do restaurante e da sua viagem ao México. Quando falei que gostava de pimenta, ele me trouxe uma seleção para “remediar” a falta dela.

From Capsaicina

Todas saborosas e cheias de capsaicina.

Vá com tempo para aproveitar o ambiente e a comida, que é farta e muito gostosa.

R. Gomes Portinho, 448 – Centro
Novo Hamburgo – RS


Sobrevivi!

No meu último post sobre o Sharin, eu fiz uma declaração um pouco arrogante, afirmando que na próxima vez iria pedir um prato com pimenta suficiente para deixar orgulhoso meu querido professor Jorge Quilfeldt.
E de fato foi o que fiz: pedi uma Butter Chicken 5 estrelas (o que quer dizer que é só para profissionais).
Butter Chicken
Confesso que senti como se estivesse queimando minhas papilas gustativas em uma oferenda para Kali, mas logo depois o bem-estar e o alívio me faziam querer comer mais um pouco deste prato maravilhoso. Você aí, que acha que Tabasco é fraquinha e ri de gente que acha Doritos Sweet Chili “um horror de apimentado”, sabe muito bem do que estou falando. Você não vai se decepcionar.
Ao contrário do que pode parecer, o prato tem muito sabor, não é só pimenta! São cubos de filé de frango marinado com molho de tomate batido, yogurte, tempero tandoori e folhas de cominho. Ao contrário da maioria dos pratos, este é acompanhado de pão ao invés do arroz, e realmente combina melhor. Só lembre de lavar as mãos após comer.
Além deste prato, pedimos também Lamb Mint, para o caso de não sermos fortes o suficiente para o que nos esperava.
Lambo mint
Arroz
Depois do avalanche organoléptica do Butter Chicken, este prato poderia parecer sem-graça, mas seria uma injustiça enorme. A carne de cordeiro é muito macia e o sabor é bem diferente, levemente refrescante. A diversão da noite era alternar os dois pratos, massacrando a língua com pimenta e hortelã. O João e a Rebeca (fracos!) deixaram o restinho do Butter Chicken pra mim, e eu não comi todo o molho por pura falta de espaço no estômago. No dia seguinte, Rebeca me confessou que já estava sentindo falta de pimenta. É, parece que vicia mesmo…
Agradeço novamente ao Alexandre Sharin pelas sugestões de pratos e pelo ótimo atendimento, além é claro da espetacular comida que nos foi servida.

R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596

http://www.sharin.com.br/

sharin@sharin.com.br


De volta ao “El Mexicano”

Eu conheci o El Mexicano quando ele ainda era um lugarzinho escondido no Bairro Teresópolis, mas ainda não tinha visitado o novo endereço na Cidade Baixa. Felizmente, tudo que me fazia gostar do lugar se manteve: comida boa e barata, ambiente agradável e atendimento eficiente e simpático.
Frijoles
A entrada é sagrada. Tem que comer pra começar bem a refeição.
Salsa
Tem gente que acha apimentada. Fracos!
Nachos
Crocantes e saborosos!
Gringas
Bacon, pimentão, queijo e cebola em uma tortilla. Impossível ficar ruim.
Enchiladas
Carne, queijo e molho. Um clássico.
Tortilla doce
É uma certa perversão, mas igualmente gostosa recheada com chocolate e/ou doce de leite.

É um sobrado na Rua Joaquim Nabuco, 187 na Cidade Baixa (pertinho do Opinião)
(51) 3224-4356


Sharin, novamente.

Fachada
Dia desses foi o aniversário da Denise, mãe da Rebeca e ela queria jantar fora. Mais especificamente no Sharin.
Não é a primeira vez que comi lá, obviamente, mas como faz tempo, achei que seria bom tirar novas fotos. Como se eu precisasse de um motivo pra tirar fotos de um ambiente tão bonito…
Esperando a comida
Ambiente
Ambiente
Ambiente
Estátua

Cadê a comida?
Tá, mas e a comida?
Ok, vamos à comida.
Chutneys e raitas
Estes chutneys e raitas são uma delícia, assim como o pão que acompanha.
Kebab
Estes ovos de codorna envoltos em carne moída são igualmente gostosos.
Quanto as pratos, pedimos coisas bem diferentes.
Forbidden Luxury
Esse é o Forbidden Luxury (Medalhões de filé ao creme curry, maçã e champignon), pedido pelo meu pai. As maçãs dão um toque adocidado ao molho, o que torna o prato muito interessante.
Wali Chicken
Esse é o Wali Chicken (lascas de frango seladas em amido de arroz e cúrcuma salteadas em óleo de amendoin ao molho de tamarindo, shoyo, molho de tomate, limão kefir guarnecidas de cebola, pimentão e arroz jasmim), que eu e Rebeca pedimos. O prato é simplesmente espetacular. É uma avalanche de sabores, mas surpreendentemente eles não entram em conflito, o que poderia parecer dada a grande quantidade de temperos.
Camarões
Esse é o prato de camarão que os pais da Rebeca pediram. Os camarões estavam cozidos no ponto exato, e os temperos completavam o sabor do camarão, ao invés de escondê-lo, como é comum acontecer com pratos feitos com frutos do mar.
Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas na próxima eu vou lembrar delas.
Pra fechar a noite com chave de ouro, pude conversar com Alexandre Sharin, chef e proprietário do restaurante, que me disse uma coisa que me deixou muito feliz: os pratos podem ser feitos com a quantidade original de pimenta e temperos, o que certamente farei na próxima vez que for ao Sharin. Não é que eles sejam insossos, e entendo que o grande público não tem o costume de consumir capsaicina nas quantidades que eu estou acostumado, mas eu espero que comida indiana seja apimentada e temperada.
Na próxima vou me aventurar nas receitas “tradicionais”, e espero que consiga lidar com o poder de fogo das pimentas do Sharin.
Altamente recomendado.
R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596

http://www.sharin.com.br/

sharin@sharin.com.br


Pimentão de novo?

Sim, pimentão DE NOVO!
Calma, eu não vou falar de novo como tudo estava delicioso, não vou falar que a música tocada por Íris e Ivan estava ótima e nem vou dizer que saímos de lá rolando de tanto comer (apesar de ser tudo verdade).
Hoje eu quero que vocês parem de salivar e pensem um pouquinho nas pessoas que tornam isso possível. A família Cvitko:
Família Cvitko
Não fosse a dedicação e o esmero desta simpática família e de seus funcionários, o festival não seria tão bom e nem seria este enorme sucesso.
Carlos na cozinha
Equipe da cozinha
Não fossem estas pessoas, não poderíamos saborear estes pratos deliciosos.
Além da comida, a música de Íris e Ivan ajuda a criar o ambiente.
Íris e Ivan
SalãoSalão
Produtos

Obrigado a todos vocês. Estava ótimo como sempre. Agradeço também os dois ingressos cortesia que recebi. Podem ter certeza que no próximo festival, no dia 28 de Maio, eu estarei lá.


Pimenta verde

Inspirado por este post do Destemperados, resolvei procurar pimenta verde. Felizmente, foi fácil de achar no supermercado e não é cara. Obviamente que eu não tenho como comparar os dois pratos, pois não provei o que é servido no restaurante em Praga, mas a minha tentativa ficou exatamente como eu queria.
Eu fiz um molho com bacon, cogumelos, nata e pimenta do reino verde. A pimenta, comida sozinha, é um pouco forte, mas no contexto do molho ficou interessante pois a nata balanceou bem os sabores, e era divertido morder as bolinhas e sentiar aquela pequena explosão de capsaicina na boca.
Molho de pimenta verde
A família aqui adorou, principalmente meu pai, que antes de comer ficou em volta cheirando o ar, curioso pra saber o que eu estava fazendo.


Festival de Gastronomia Húngara

Coat of arms
É com grande prazer que anuncio que irá ocorrer mais um Festival de Gastronomia Húngara, no restaurante A Canga.
Vai ser no dia 16 de Abril (sexta-feira), às 20h.
Já estão disponíveis os cartões e o valor por pessoa é de R$ 40,00, mas se o depósito for feito antecipado, até 16 de Março sairá por R$35,00. O número de convites é limitado e certamente estarão esgotados rapidamente. O valor se refere à refeição. As bebidas serão cobradas no dia do evento.
O cardápio incluirá os seguintes pratos,
entre outros:

Paradicsomleves – Sopa de tomate com massa caseira
Foghagymaleves- Sopa de alho
Aprolékleves- Sopa de miúdos de frango com massa caseira

Székely Gulyás– Carne cortada em cubos ao molho de páprica com repolho levedado.
Töltött Paprika – Pimentão recheado com carne moída e arroz ao molho de tomate e páprica doce
Töltött Káposta – Repolho levedado recheado com carne moída e arroz ao molho de páprica

Rántott Csirke – Frango à milanesa
Dissznópecsenye- Lombinho suíno assado no forno
Fasirt- Bolinhos de carne fritos

Gombapaprikás – Cogumelos ao molho de páprica
Nokedli – Massa caseira tipo nhoque
Sültburgonya – Batatas fritas
Uborkasaláta – Salada de pepino com nata e páprica

Sobremesas
Diós Rétes – Doce recheado com nozes
Fagylalt – Sorvetes caseiros de diversos sabores

Necessária reserva antecipada, mediante compra de cartão ou depósito bancário.

Informações e Reservas: Fone: 51-3536.1461
RS122 – km 09 – B. Conceição – São Sebastião do Caí

E-mail: restauranteacanga@yahoo.com.br

Quem quiser ter uma idéia do que consiste o festival é só clicar aqui ou aqui.


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