Burn, baby, burn…

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Comida mexicana caseira

Eu gosto de pimenta, o que é óbvio pra quem me conhece e acompanha este blog a bastante tempo. Este meu gosto por pimenta me fez torcer um pouco o nariz quando vi o adendo “comida sem pimenta” na frente do restaurante mexicano indicado por um amigo meu.

From Capsaicina

Acreditando na indicação, fui mesmo assim e tive uma boa surpresa ao ver que o ambiente é caseiro, muito convidativo.

From Capsaicina

O cardápio é MUITO legal, todo decorado com desenhos temáticos e uma historinha em quadrinhos contando como montar e comer um taco.

From Capsaicina

A parte das bebidas segue a mesma linha, com uma ótima seleção de coquetéis.

From Capsaicina

Além dos pratos individuais, é oferecido (durante a noite) o Festivel Tex Mex, que vale muito a pena.

From Capsaicina

O dono é MUITO simpático, ficou um tempão conversando com a gente e contou toda a história do restaurante e da sua viagem ao México. Quando falei que gostava de pimenta, ele me trouxe uma seleção para “remediar” a falta dela.

From Capsaicina

Todas saborosas e cheias de capsaicina.

Vá com tempo para aproveitar o ambiente e a comida, que é farta e muito gostosa.

R. Gomes Portinho, 448 – Centro
Novo Hamburgo – RS


Sobrevivi!

No meu último post sobre o Sharin, eu fiz uma declaração um pouco arrogante, afirmando que na próxima vez iria pedir um prato com pimenta suficiente para deixar orgulhoso meu querido professor Jorge Quilfeldt.
E de fato foi o que fiz: pedi uma Butter Chicken 5 estrelas (o que quer dizer que é só para profissionais).
Butter Chicken
Confesso que senti como se estivesse queimando minhas papilas gustativas em uma oferenda para Kali, mas logo depois o bem-estar e o alívio me faziam querer comer mais um pouco deste prato maravilhoso. Você aí, que acha que Tabasco é fraquinha e ri de gente que acha Doritos Sweet Chili “um horror de apimentado”, sabe muito bem do que estou falando. Você não vai se decepcionar.
Ao contrário do que pode parecer, o prato tem muito sabor, não é só pimenta! São cubos de filé de frango marinado com molho de tomate batido, yogurte, tempero tandoori e folhas de cominho. Ao contrário da maioria dos pratos, este é acompanhado de pão ao invés do arroz, e realmente combina melhor. Só lembre de lavar as mãos após comer.
Além deste prato, pedimos também Lamb Mint, para o caso de não sermos fortes o suficiente para o que nos esperava.
Lambo mint
Arroz
Depois do avalanche organoléptica do Butter Chicken, este prato poderia parecer sem-graça, mas seria uma injustiça enorme. A carne de cordeiro é muito macia e o sabor é bem diferente, levemente refrescante. A diversão da noite era alternar os dois pratos, massacrando a língua com pimenta e hortelã. O João e a Rebeca (fracos!) deixaram o restinho do Butter Chicken pra mim, e eu não comi todo o molho por pura falta de espaço no estômago. No dia seguinte, Rebeca me confessou que já estava sentindo falta de pimenta. É, parece que vicia mesmo…
Agradeço novamente ao Alexandre Sharin pelas sugestões de pratos e pelo ótimo atendimento, além é claro da espetacular comida que nos foi servida.

R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596

http://www.sharin.com.br/

sharin@sharin.com.br


De volta ao “El Mexicano”

Eu conheci o El Mexicano quando ele ainda era um lugarzinho escondido no Bairro Teresópolis, mas ainda não tinha visitado o novo endereço na Cidade Baixa. Felizmente, tudo que me fazia gostar do lugar se manteve: comida boa e barata, ambiente agradável e atendimento eficiente e simpático.
Frijoles
A entrada é sagrada. Tem que comer pra começar bem a refeição.
Salsa
Tem gente que acha apimentada. Fracos!
Nachos
Crocantes e saborosos!
Gringas
Bacon, pimentão, queijo e cebola em uma tortilla. Impossível ficar ruim.
Enchiladas
Carne, queijo e molho. Um clássico.
Tortilla doce
É uma certa perversão, mas igualmente gostosa recheada com chocolate e/ou doce de leite.

É um sobrado na Rua Joaquim Nabuco, 187 na Cidade Baixa (pertinho do Opinião)
(51) 3224-4356


Sharin, novamente.

Fachada
Dia desses foi o aniversário da Denise, mãe da Rebeca e ela queria jantar fora. Mais especificamente no Sharin.
Não é a primeira vez que comi lá, obviamente, mas como faz tempo, achei que seria bom tirar novas fotos. Como se eu precisasse de um motivo pra tirar fotos de um ambiente tão bonito…
Esperando a comida
Ambiente
Ambiente
Ambiente
Estátua

Cadê a comida?
Tá, mas e a comida?
Ok, vamos à comida.
Chutneys e raitas
Estes chutneys e raitas são uma delícia, assim como o pão que acompanha.
Kebab
Estes ovos de codorna envoltos em carne moída são igualmente gostosos.
Quanto as pratos, pedimos coisas bem diferentes.
Forbidden Luxury
Esse é o Forbidden Luxury (Medalhões de filé ao creme curry, maçã e champignon), pedido pelo meu pai. As maçãs dão um toque adocidado ao molho, o que torna o prato muito interessante.
Wali Chicken
Esse é o Wali Chicken (lascas de frango seladas em amido de arroz e cúrcuma salteadas em óleo de amendoin ao molho de tamarindo, shoyo, molho de tomate, limão kefir guarnecidas de cebola, pimentão e arroz jasmim), que eu e Rebeca pedimos. O prato é simplesmente espetacular. É uma avalanche de sabores, mas surpreendentemente eles não entram em conflito, o que poderia parecer dada a grande quantidade de temperos.
Camarões
Esse é o prato de camarão que os pais da Rebeca pediram. Os camarões estavam cozidos no ponto exato, e os temperos completavam o sabor do camarão, ao invés de escondê-lo, como é comum acontecer com pratos feitos com frutos do mar.
Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas na próxima eu vou lembrar delas.
Pra fechar a noite com chave de ouro, pude conversar com Alexandre Sharin, chef e proprietário do restaurante, que me disse uma coisa que me deixou muito feliz: os pratos podem ser feitos com a quantidade original de pimenta e temperos, o que certamente farei na próxima vez que for ao Sharin. Não é que eles sejam insossos, e entendo que o grande público não tem o costume de consumir capsaicina nas quantidades que eu estou acostumado, mas eu espero que comida indiana seja apimentada e temperada.
Na próxima vou me aventurar nas receitas “tradicionais”, e espero que consiga lidar com o poder de fogo das pimentas do Sharin.
Altamente recomendado.
R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596

http://www.sharin.com.br/

sharin@sharin.com.br


Pimentão de novo?

Sim, pimentão DE NOVO!
Calma, eu não vou falar de novo como tudo estava delicioso, não vou falar que a música tocada por Íris e Ivan estava ótima e nem vou dizer que saímos de lá rolando de tanto comer (apesar de ser tudo verdade).
Hoje eu quero que vocês parem de salivar e pensem um pouquinho nas pessoas que tornam isso possível. A família Cvitko:
Família Cvitko
Não fosse a dedicação e o esmero desta simpática família e de seus funcionários, o festival não seria tão bom e nem seria este enorme sucesso.
Carlos na cozinha
Equipe da cozinha
Não fossem estas pessoas, não poderíamos saborear estes pratos deliciosos.
Além da comida, a música de Íris e Ivan ajuda a criar o ambiente.
Íris e Ivan
SalãoSalão
Produtos

Obrigado a todos vocês. Estava ótimo como sempre. Agradeço também os dois ingressos cortesia que recebi. Podem ter certeza que no próximo festival, no dia 28 de Maio, eu estarei lá.


Pimenta verde

Inspirado por este post do Destemperados, resolvei procurar pimenta verde. Felizmente, foi fácil de achar no supermercado e não é cara. Obviamente que eu não tenho como comparar os dois pratos, pois não provei o que é servido no restaurante em Praga, mas a minha tentativa ficou exatamente como eu queria.
Eu fiz um molho com bacon, cogumelos, nata e pimenta do reino verde. A pimenta, comida sozinha, é um pouco forte, mas no contexto do molho ficou interessante pois a nata balanceou bem os sabores, e era divertido morder as bolinhas e sentiar aquela pequena explosão de capsaicina na boca.
Molho de pimenta verde
A família aqui adorou, principalmente meu pai, que antes de comer ficou em volta cheirando o ar, curioso pra saber o que eu estava fazendo.


Festival de Gastronomia Húngara

Coat of arms
É com grande prazer que anuncio que irá ocorrer mais um Festival de Gastronomia Húngara, no restaurante A Canga.
Vai ser no dia 16 de Abril (sexta-feira), às 20h.
Já estão disponíveis os cartões e o valor por pessoa é de R$ 40,00, mas se o depósito for feito antecipado, até 16 de Março sairá por R$35,00. O número de convites é limitado e certamente estarão esgotados rapidamente. O valor se refere à refeição. As bebidas serão cobradas no dia do evento.
O cardápio incluirá os seguintes pratos,
entre outros:

Paradicsomleves – Sopa de tomate com massa caseira
Foghagymaleves- Sopa de alho
Aprolékleves- Sopa de miúdos de frango com massa caseira

Székely Gulyás– Carne cortada em cubos ao molho de páprica com repolho levedado.
Töltött Paprika – Pimentão recheado com carne moída e arroz ao molho de tomate e páprica doce
Töltött Káposta – Repolho levedado recheado com carne moída e arroz ao molho de páprica

Rántott Csirke – Frango à milanesa
Dissznópecsenye- Lombinho suíno assado no forno
Fasirt- Bolinhos de carne fritos

Gombapaprikás – Cogumelos ao molho de páprica
Nokedli – Massa caseira tipo nhoque
Sültburgonya – Batatas fritas
Uborkasaláta – Salada de pepino com nata e páprica

Sobremesas
Diós Rétes – Doce recheado com nozes
Fagylalt – Sorvetes caseiros de diversos sabores

Necessária reserva antecipada, mediante compra de cartão ou depósito bancário.

Informações e Reservas: Fone: 51-3536.1461
RS122 – km 09 – B. Conceição – São Sebastião do Caí

E-mail: restauranteacanga@yahoo.com.br

Quem quiser ter uma idéia do que consiste o festival é só clicar aqui ou aqui.


Considerações sobre os restaurantes mexicanos de Porto Alegre.

Na última quinta-feira, eu, Carlo e Rebeca fomos até Porto Alegre resolver alguns assuntos, e como estávamos com vontade de comida mexicana, fomos direto ao Tehama. Infelizmente estava fechado, então fomos ao Pueblo, que não é tão bom mas é barato e perto de onde estávamos.
Felizmente, o que é bom do Pueblo continua bom: comida boa e preço baixo (R$16 o buffet livre). Infelizmente, o que é ruim continua ruim: fila pra entrar, fila pra pegar comida e falta de lugar pra estacionar. Saímos de lá satisfeitos mas não convencidos.
Dias depois, fomos ao Tehama, um lugar que já fomos várias vezes, tanto no rodízio ao meio-dia quanto no a la carte durante a noite. O Tehama é mais caro, mas oferece uma variedade bem maior e pratos mais saborosos, além de não ter a MALDITA fila do Pueblo. Chegando lá, tivemos uma ótima surpresa: agora a casa funciona em sistema misto, tendo todos os ingredientes necessários para montar tacos, nachos, burritos além de outros pratos disponíveis em um buffet, enquanto fajitas, queisadillas e burritos já montados são levados à mesa, como um rodízio. Pessoalmente, acho que eles conseguiram juntar o melhor de cada sistema, além de agora oferecem saldas muito interessantes. Entre elas, destaco a “Salada Acapulco”, uma mistura deliciosa que consiste de manga, abacate, camarão e uma vinagrete de suco de laranja e tequila. Misture o molho de pimenta com abacaxi (também disponível no buffet) e tenha orgasmos organolépticos.
Fortemente recomendado.
Funcionamento:
Diariamente de terça a domingo, a partir das 18h30min, com sugestões bem variadas de happy hour e jantar.
Nos sábados, domingos e feriados o Tehama abre suas portas também ao meio dia, com o saboroso rodízio Tex-Mex.
E nas sextas -feiras, a partir das 11h45min, buffet executivo Tex-Mex.


Mais uma opção

Já escrevei aqui sobre o Gendai , que é um opção de comida japonesa bem prática e com preço bom na praça de alimentação do BarraShopping Sul. Outra opção que tem uma proposta parecida é o Jin Jin Wok, que serve comida asiática em geral, com pratos japoneses, chineses, vietnamitas, coreanos e tailandeses. Na vez anterior que pensei em comer lá, o buffet me pareceu caro e pouco inspirado. Desta vez, o buffet já havia sido recolhido devido ao avançado da hora, então resolvemos nos arriscar no cardápio que é feito na hora.
Rebeca pediu um Phad Thai de frutos do mar (Macarrão, camarão, lula, ovo, cenoura, pimentão verde e vermelho, proteína de soja, broto de feijão, amendoim, coentro e molho à base de peixe).
Phad Thai

Eu pedi uma Moqueca Tailandesa.

Moqueca
O pedido demorou cerca de meia hora, mas pelo menos depois de uns 10 minutos a atendente veio nos pedir desculpas e avisar que iria demorar um pouco pois precisavam descongelar o peixe (mau sinal), mas no fim valeu a pena. Os pratos são bem servidos e o peixe do meu prato estava muito bem cozido, nem parecendo ter sido feito com algo congelado. As espinhas do peixe atrapalharam um pouco a experiência e a espera me deixou um pouco irritado, mas no geral compensa comer lá. Os pratos custam em torno de R$15, o que está na média para uma praça de alimentação e pode até ser considerado barato se considerarmos os ingredientes e o tipo de comida.


Whopper bombado

Eu já fiz propaganda do Burger King antes, e dia destes tive uma boa surpresa com este rede de fast-food: o Whopper Furioso. Mas que raios é isso, pergunta você? Ora, trata-se de um upgrade que pode ser adicionado ao Whopper ou Whopper Duplo, que consiste de cebola picante, molho furioso (sic) e pimenta jalapeño.
Whopper duplo furioso

Eu comprei esperando me decepcionar, como geralmente me decepciono com qualquer coisa feita em grande escala que se vangloria de ser “picante” ou “apimentada”, mas felizmente eu estava errado. A pimenta jalapeño usada no sanduíche tem uma posição respeitável na escala Scoville, e o conjunto funciona bem. Eu sempre achei o Burger King mais gostoso que o McDonald´s, sinto que os sanduíches têm mais sabor, e este Whopper Furioso leva a coisa mais adiante. Tomara que se torne uma opção permanente do cardápio.


Abelhas da maçã

Muita gente já tinha me falado maravilhas do Applebee´s, mas demorou um pouco pra descobrir se era isso tudo, pois quase sempre que a gente ia no Barrashopping, a Rebeca insistia em comer no Gendai. Desta vez eu íamos fingir que eu mando alguma coisa e fomos pra lá, o que se mostrou uma boa opção, pois estava bem calmo.
A proposta deles é ser um “neighborhood grill”, ou seja, um lugar onde o cliente se sinta em casa, e de fato esta é a impressão que se tem. O jeitão me lembra o Outback, mas com iluminação melhor e sem aquela coisa australiana forçada. O cardápio também tem suas similaridades, com várias opções de hamburgueres premium, bifes, saladas e refil de refrigerante ou limonada ad nauseum. O fato de cada mesa ter um pequeno buffet com 5 diferentes tipos de molhos de pimenta Tabasco automaticamente me fez gostar mais de estar lá.

Depois de muito salivar, finalmente escolhemos.
Eu fui de Bourbon Street Steak & Shrimp

Bourbon Street Steak & Shrimp

Uma combinação de steak e camarão. 250g de nosso Bourbon Street Steak acompanhado de camarões ao estilo Cajun, arroz espanhol, cebolas e cogumelos sauté.

Rebeca pediu um Stuffed Chicken Santa Fé

Stuffed Chicken Santa Fé

Peito de frango recheado com uma mistura de queijos e pimentas, com um leve toque de nossa pimenta Chipotle Pepper, empanado com corn flakes, banhado com o exclusivo molho Southwest Alfredo e acompanhado de nossa Garlic Mashed Potato e vegetais ao vapor.

Ambos muito bons, mas apesar de eu ter discutido por alguns minutos com o atendente sobre o ponto que eu gostaria meu bife, ele veio mais cozido do que eu gostaria. Mesmo com este deslize, fiquei extremamente satisfeito, pois o arroz é bem temperado sem ser extremamente apimentado e complementa bem o bife.

O prato de frango é bom, mas os vegetais estavam meio sem gosto, então acabavam não combinando muito com o molho cheio de queijo, mas Rebeca achou ótimo.

Pra ajudar tudo isso a descer, pedimos uma Cherry Limeade (Uma mistura fresca e refrescante de suco de limão, grenadine e soda limonada. Servido batido com gelo e guarnecido com cereja e limão) e um Milk Shake de Negresco coberto com chantilly.

Cherry Limeade
Milkshake Negresco
No fim das contas deu uns R$40 por pessoa e saímos satisfeitos, com uma boa impressão do lugar e querendo voltar pra experimentar outras coisas.

E foi exatamente o que fizemos cerca de um mês depois. Mas desta vez resolvemos testar a promoção de almoço, chamada de “Lunch Trio”, onde pode-se montar uma refeição escolhendo uma entrada, um prato principal e um acompanhamento por R$24,90 (que se comprados separadamente custariam R$9,90 cada) .

Eu pedi uma salada da casa, um bife e garlic mashed potato.
Filé com purê de batata

Rebeca pediu sopa de milho, filé a parmegiana e baked potato.
Sopa de milho
File parmegiana com batata assada

Felizmente não erraram o ponto o bife, que desta vez estava perfeitamente cozido (ou no caso, cru). Agora sei que é só pedir “mal-passado” e vai estar como eu gosto. A baked potato pedida pela Rebeca é tão acintosamente deliciosa que aposto que deve ter uma encíclica papal que proíbe esta combinação de batata, queijo derretido e bacon em doses tão pantagruélicas. Sério, esta batata por si só poderia ser uma refeição.

Mais uma vez saímos satisfeitos a felizes por ter escolhido ir lá.


Sriracha

Um tempo atrás, respondi um enigma que o Igor Santos colocou em um dos blogs dele. Pois bem, ele cumpriu o que disse e me mandou mesmo um brinde!
Como meu blog se chama capsaicina, ele me mandou um destes:

Eu já havia encontrado este molho de pimenta à venda nas lojas daqui, mas nunca comprei.
Eu não sabia o que estava perdendo.
O molho é bem como eu gosto: muitas unidades Scoville mas com muito sabor também, pois pessoalmente acho sem-graça molho de pimenta que só seja forte. Tem que ter o sabor da pimenta também, e o Sriracha (nome que me faz pensar que é tão forte que se pingar no siri, ele racha….tá, chega de piadinhas) tem isso de sobra. Fiquei também muito curioso para experimentar as outras variedades: Alho, galangal, sour, capim-limão, cebola e gengibre.
Altamente recomendado!

O próprio Igor dá sua opinião sobre o molho, em um artigo muito engraçado e bem-escrito.

Valeu Igor! Adorei o molho!

E visitem também os blogs dele:

http://comerebeber.wordpress.com/

http://scienceblogs.com.br/uoleo

http://uoleo.wordpress.com/


Onde mais poderia ser?

A La Gourmandise está rapidamente se tornando meu lugar favorito de Porto Alegre. Aquele lugar é uma Mecca para qualquer um que goste de comer e/ou cozinhar! Muita, muita, mas MUITA coisa mesmo! E com preços acessíveis (na maioria dos casos). Coisas como, por exemplo, molhos de pimenta Tabasco, são vendidos por um preço MENOR que dos supermercados. E a variedade. Ah, a variedade… Sabe a Heinz, aquela do Catchup? Pois bem, lá tem pelo menos uns 7 produtos diferentes! Produtos orientais (massa de arroz para Phở, molho de ostra, massa para rolinho primavera, lichia em molho de coco, etc,etc,etc,etc…), produtos árabes, comida kosher, mascarpone, condimentos variados, ou seja: várias coisas que eu NUNCA tinha encontrado ontem, lá tem!
Tinha inclusive, isto:

Eu e Rebeca estávamos orfãos deste salgadinho. Tirando um feito pela próprio Tabasco, é o único que eu REALMENTE comia e pensava “é, tem pimenta”. A primeira vez que encontrei foi no Bourbon, mas obviamente que não durou muito, afinal de contas é caro (pra quem gosta de comer miliopã) e muito forte (para as bichonas que não aguentam comer pimenta). Pois bem, que alegria quando vi que LÁ TEM! ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ.
E não só os 3 que tinham no Bourbon como OUTROS 3 SABORES!
Aproveitei e comprei um wok de fundo redondo, bem como eu procurava. Eu quero ganhar na MegaSena pra ir lá comprar meia loja….

Snyder’s of Hannover, fabricante do salgadinho (entre outras coisas)

La Gourmandise

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Curry, nata com alho (ou não) e uma pimenta com efeito retardado.

Desta vez não foi “eu, a Rebeca e o Felipe”, como geralmente acontece. Desta vez vai fomos eu, a Rebeca, o Felipe, a Fabi, a Gabi, o Vini, a Ana, a Lu e o Daniel! Este bando de gente foi comer no Sharin, depois de ter combinado um tempão atrás, desde o evento no Velopark!
Eu e a Rebeca chegamos de Pelotas, podres de cansados e podres de sujos, mas não perderíamos a chance de sair com este pessoal por nada.
Chegamos lá e felizmente não tinha espera, que seria longa pois o restaurante é pequeno e uma mesa para 9 pessoas ocupa um espaço grande. Confesso que estava um pouco preocupado, pois fazia cerca de 3 anos que não comia lá, e a minha reputação como palpitador de restaurante poderia ser abalada se o preço tivesse subido muito e/ou a qualidade da comida tivesse caído. Felizmente meu medo era totalmente infundado: a decoração continua linda, a comida continua deliciosa e o preço continua pagável (sempre levando em conta a qualidade e exoticidade da comida, obviamente).
Os chutneys de entrada estavam diferentes dos da última vez, mas igualmente deliciosos:

mostarda – muito suave, a princípio parece insosso, mas o sabor tem um atraso. Bem interessante.

banana com coco – gostoso, mas nada de especial

maçã com canela – idem

manteiga com curry – combinação interessante

gengibre temperado – sabor marcante e exótico

tomate com curry – combinação espetacular, talvez o melhor deles

nata com alho (ou não) – concorre com o anterior pelo melhor. Se combinados (idéia minha), fica espetacular!

Depois desta ótima entrada, começamos a pedir os pratos:

Eu e Rebeca pedimos um Hot Chicken (1/2 frango assado no forno de tandoor, marinado em yogurte com páprica guarnecido com vegetais e arroz de açafrão, temperado com pimenta). O frango estava delicioso, os vegetais estavam meio sem graça, mas chuchu sempre é meio sem graça.
O atendente nos avisou que fora feito com pouca pimenta, mas que poderia ser feito mais picante. Dá pra entender os motivos deles: se colocarem a pimenta e o tempero das receitas originais, a clientela foge pela porta correndo e vai rolar no asfalto. Nós, com a língua acostumada, somos uma minoria.

Felipe, Gabi e Fabi pediram um Lamb Mint (Iscas de carneiro ao creme de hortelã). A carne estava muito bem preparada e o molho estava simplesmente perfeito. Altamente recomendado.

Vini e Ana pediram um Luxury Macchi (Postas de salmão ao creme suave de páprica). Eu geralmente prefiro meu peixe cru, ou então frito, pois geralmente peixe cozido tem um consistência gelatinosa e uma textura nauseabunda, mas este salmão veio cozido no ponto exato: a carne estava muito macia mas firme. O molho era outra obra-prima à parte, com uma linda cor vermelha e um cheiro delicioso (assim como o sabor).

Daniel e Lu pediram alguma coisa de camarão que eu nem vi e nem sei o gosto, pois eles atacaram o prato e nem deu tempo de ver. Mas parece que estava bom.

De sobremesa, eu e Rebeca (assim como o Daniel e a Lu) dividimos uma pêra cozida com sorvete. O contraste do cravo e canela da pêra com a suavidade da baunilha é ótimo. Recomendo.

Momentos que só o CDAK proporciona pra você:

-Felipe, viu que boa a nata com alho?
-Nata com alho? Eu achei que era uma nata comum.
-Tá com a língua estragada? Tem bastante gosto de alho!
-Prova aqui então!
-….putz, não tem alho mesmo…
-Pau no cu! Viu só! E me xingando! Hahahahaha

Vini repetindo um “puta merda, que negócio bom” pra cada coisa que experimentava.

Todos nós experimentando a pimenta e dizendo que era fraquinha, pra depois descobrir que ela demorava uns 2 minutos pra dar efeito. E que efeito.

Daniel colocando várias colherinhas da supracitada pimenta no seu prato e depois tentando apagar o fogo com cerveja.

O Desafio “Dando PT no Dado Sushi”. Daniel e Felipe vão descobrir quem come mais. Em breve. Só aqui, no Capsaicina. Ingressos pelo e-mail guilherme.atencio@gmail.com .

No fim das contas acho que todo mundo gostou. Eu teria gostado se fosse um X no Gato, pois eu adoro este pessoal e SEMPRE me divirto quando estou com eles. Fiquei feliz com a presença da Fabi e da Gabi, que infelizmente não vejo com a frequência que gostaria. Sem fotos desta vez, pois o restaurante tem um clima de penumbra que ia se perder nas fotos. Vá lá e veja por conta própria.

http://www.sharin.com.br (Os preços no site estão desatualizados)

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Papilas gustativas em fiesta! (ou fogo, dependendo do caso…)

Pois ontem fomos, eu Rebeca e Felipe (que novidade…) comer no Pueblo!
Já que o Felipe estava indo à Porto Alegre para (censurado), nos sugeriu de jantarmos fora. Já que a Milena é chata seletiva para comer, ele queria aproveitar para experimentar algo que ela não gostaria. Depois de muito deliberar e considerar vários restaurantes (panquecas? indiano? pizza? indiano vegetariano?), decidimos ir ao Pueblo, apesar de que eu e Rebeca tivéssemos almoçado lá no dia anterior.
Chegamos lá e decidimos pedir uma porção de nachos como entrada. Eu fiz uma cagada e pedi com feijão e queijo. Sei lá por que motivo achei que viria um potinho com pasta de feijão, e não o molho igual ao que recheia o chili no pão. Felipe se aventurou a experimentar as pimentas e QUASE colocou demais em um dos testes.
Nos pratos principais eu pedi um Chili Del Pueblo (Pão Recheado c/ Carne, Feijão, Bacon, Calabresa e Queijo ) que estava delicioso e matou minha vontade.

Chili (sem tampa)

Rebeca pediu um Burrito (Tortilla de Trigo recheada com Feijão Refrito, Queijo, Alface, Tomate, Cebola, Pimentão e carne moída), que pelo tamanho me lembrou um episódio do Laboratório do Dexter em que ele pediu um “Big Bad Burrito”. É enorme.

Burrito

Felipe foi o que melhor soube escolher, e escolheu uma Chimichanga Del Pueblo (Duas Tortillas de Trigo Crocantes, dobradas em forma de triangulo, recheadas com Feijão, Queijo, Alface, Tomate, Cebola, Pimentão, Filé Grelhado, Alface, Tomate, Cebola, Pimentão, Bacon, Mussarela e Cheddar).

Chimichanga

As fotos não permitem visualizar o tamanho das tortillas, mas tentem imaginar fazendo uma comparação com o tamanho dos talheres.

A melhor parte de tudo é o preço!
A janta, com nachos, muita comida, 10% e tudo mais costou R$25 para cada um de nós.
Quanto mais eu como lá, mais eu gosto. O Felipe parece que gostou também. Felipe descobriu também que gosta de Guacamole! Nas palavras dele: “Não tem gosto de abacate!”
Saímos de lá bem-alimentados, com as línguas ardendo e satisfeitos.

Parênteses:

Agora o Pueblo abre para almoço também aos domingos! Uêba!

Fecha parênteses.

Relembrando então:

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Horários:
Restaurante ao meio-dia

De terças a sextas das 11:30 às 14:30.
Buffet Mexicano por kilo ou livre.
Sábados e Domingos das 12:00 até as 15:00
Buffet Mexicano Livre

Restaurante à noite

De terças a domingos das 19:00 ao último cliente
A La Carte.

Telentrega

Fone: 3019-4443

De terças a domingos das 18:00 as 23:00.


Pueblo

Depois de muito salivar lendo sobre o Pueblo no Caras e Bocas , resolvemos eu e Rebeca experimentar as delícias do restaurante. Depois de quase passar reto (o restaurante é uma casa! Por fora parece minúsculo, mas é grandinho por dentro), infelizmente esperamos quase uma hora pra entrar, mas valeu a pena.
Logo de cara eu gostei do “cestinho das pimentas”.Todas muito boas, mas um blog que se chama “capsaicina” e quer manter o respeito de seus leitores tem que se aprofundar na análise destas delícias.
Jalapeño: não é especialmente forte, mas é muto saborosa, com um toque levemente doce.
Murupi: diz o rótulo que é amazônica. Parece uma mistura de jalapeño com malagueta.
Pimenta de cheiro: para iniciantes, adocidada e com provavelmente poucas unidades Scoville.
Malagueta: clássica.
Depois veio em um potinho a “pimenta da casa”, mas esta eu recomendo só para os iniciados. Usem com cuidado.

Pra já começar no espírito da noite, pedimos um Mojito (rum branco, hortelã e club soda):Custa R$10 e é relativamente grande e muito refrescante. Já vi que vai se tornar um favorito do verão na beira da piscina.
De entrada, pedimos pastéizinhos de Jalapeño e de Chili, e felizmente o garçom não me ouviu pedindo os de chili, pois pedimos também Fajitas como prato principal e não sabíamos que onde se lia no cardápio “serve duas pessoas” deveria estar escrito “serve três pessoas ou dois ogros famintos”. Vejam a foto pra ter uma idéia da fartura, principalmente a quantidade de carne!
O “kit básico” tem 4 tortillas de trigo ( se usa pra fazer burrito), 2 tortillas de milho (pra fazer tacos) e potinhos com arroz. frijoles (feijão cremoso), arroz, alface, tomate, molho de tomate, queijo, guacamole, molho de nata e a carne, que pode ser de até quatro tipos diferentes dentre os cinco disponíveis: carne de panela, linguiça calabresa, filé, lombinho de porco e frango. Dispensamos a carne de panela e pedimos os outros quatro tipos.
A idéia por trás deste prato é que se monte o burrito ou taco com o que quiser dentro, podendo ser pedido tortillas extras, e realmente parte da diversão é pensar nas combinações possíveis. Esta comida toda sai por R$52, um valor razoável se for pedido para três pessoas e não para duas, como nós fizemos!
Infelizmente não tínhamos espaço para experimentar as sobremesas depois de toda esta comida, mas vontade não faltou!
Na próxima vez quero experimentar o buffet pra ver se é tão bom quanto o serviço a la carte.
O restaurante abre para almoço de segunda a sábado e para janta de terça a domingo.

Telefone do restaurante
(51) 33325540

Telentrega
(51) 30194443

Av. Ijuí 147
Petropolis, Porto Alegre, RS
CEP 90460-200

PS: Não entendo gente que faz cara de bunda quando alguém tira foto de comida…

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