Burn, baby, burn…

Copacabana

Sexta-feira de noite. Eu, Rebeca, Felipe e Milena morrendo de fome, discutindo a dúvida de sempre: onde jantar. Felipe sugere o Copacabana, e a sugestão não poderia ter sido melhor. Todos tínhamos ótimos motivos para ir lá:

– Eu tinha curiosidade de comer lá desde que minha ex-namorada citou o restaurante como um dos favoritos de seus pais, mas demorei alguns anos pra experimentar. Além disso, desde que a Cantina D’Itália fechou, estávamos carentes de um restaurante deste tipo;

– Rebeca gosta deste tipo de comida, afinal de contas alguém com o sobrenome de Zanini TEM que gostar de massa, senão é excomungado pelo Papa;

– Felipe tinha boas lembranças de lá e muita curiosidade de ver como estava depois da reforma;

– Milena é um pouco seletiva pra comer (pra não chamar de chata, hehe) além do mesmo motivo da Rebeca, apenas trocando o Zanini por Boaro.

Chegando lá, a primeira boa surpresa: a reforma melhorou o lugar mas não o transformou em um lugar “metido à besta”. Sentamos e deu gosto de ver a felicidade na cara da Milena quando começou a olhar as alternativas no cardápio. Comentário muito pertinente feito pelo Felipe: “Tu vai num restaurante árabe e as pessoas falam baixinho, enquanto que em um restaurante italiano é esta balbúrdia e muita gente falando com as mãos”. Não que tenha algo de errado com isto.
Segunda surpresa: preços justos. No fim das contas, o total para nós quatro ficou em R$109, e se contarmos que tinha comida pra umas 5 ou 6 pessoas, dá pra ver que vale a pena. O problema foi conseguir escolher, pois tudo parece bom e dá vontade de pedir um de cada, mas depois de algum tempo conseguimos decidir por fettuccine à carbonara, lasagna com carne e filé a parmigiana com fritas.
O fettuccine veio em uma panelinha, o que achei ótimo, pois fica com aquela cara de comida de vó, além de manter quente por mais tempo. Eu digo aqui sem modéstia que minha versão fica boa, mas esta que comemos mata a pau. As proporções de ovo, bacon e tempero verde estavam perfeitas, assim como o ponto de cozimento de tudo.

O filé estava espetacular: bem cozido sem estar passado, o molho estava consistente sem estar pastoso e bem temperado.

A lasagna recebeu nota 10 do Felipe (“isto tem gosto de infância!”)e da Milena e 9,8 de mim e da Rebeca, mas por uma questão puramente pessoal. Nós dois preferimos com mais molho e com a massa mais durinha.

No geral, a comida estava impecável e deliciosa. Não sobrou nada na mesa.

Saímos de lá rolando, felizes e satisfeitos. Recomendo.

Restaurante Copacabana
Localização:

Praça Garibaldi, 02
(Continuação da Av. Venâncio Aires, esquina com a Av. Érico Veríssimo)
Cidade Baixa
Porto Alegre-RS

Reservas por telefone: de terça a domingo, a partir das 11:30hs, pelo telefone (51) 3221 4616.

O restaurante Copacabana reserva mesas no período de 19h30min à 20h30min, com tolerância máxima de 15min.

Horário de funcionamento: de terça a domingo, a partir das 11h30min.

Estacionamento: Ao lado do Copacabana, na Praça Garibaldi 52.

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6 Respostas

  1. Milena

    Hahahaha… Q figura esse Guilherme… Adorei mesmo… Dava pra ver na cara neh? hehehehe… Grande abraço e agradeço pela ótima companhia de sempre… Abração
    Milena

    dezembro 12, 2007 às 12:08 am

  2. klutz

    Bem, eu vinha há algum tempo esperando por alguma inspiração divina pra comentar esse post. Como ela não veio, vai assim mesmo.

    Eu almoçava seguido no Copacabana, em virtude da excelente comida, preços justos e o fato dos meus avós por parte de pai morarem ali perto(na Osvaldo Aranha).

    Faziam alguns anos que não voltava lá, mas as boas lembranças povoavam a minha mente. Engraçado que sempre que entrávamos em dúvida sobre aonde ir, o Copacabana era uma das alternativas, só que normalmente era lembrado um tempo depois, e nunca colocávamos esta opção em prática.

    O fato é que a Milena é um pouco digamos tradicional pra comida e nem sempre nossas escolhas exóticas agradam ela de forma tão certeira como foi a desse post.

    Pra mim foi uma delícia relembrar aqueles velhos sabores, que seguiam sendo os que eu tinha de anos atrás. A reforma deixou o lugar com aquela cara de cantina, mas sem ser metido a besta como disse o Guilherme.

    Um fato que melhorou de sobremaneira foi o atendimento, pois antigamente os garçons eram pouco atenciosos e até um pouco grosseiros. Nesta vez, dou nota dez para o atendimento. Os garçons foram super atenciosos e tiveram umtiming perfeito. A comida veio bem rápido e quente.

    Ou seja, restaurante aprovado com louvor, com a companhia sempre agradabilíssima do Guilherme e da Rebeca. Pra completar a perfeição da noite consegui um lugar bem na frente do restaurante pro carro(mas o restaurante agora tem estacionamento tb).

    Um forte abraço.

    dezembro 14, 2007 às 11:40 pm

  3. guilherme.atencio

    Muito obrigado pela parte que nos cita. Nós também adoramos a companhia de vocês.

    dezembro 15, 2007 às 2:43 am

  4. Priscilla

    bah, que coincidência. fui lá ontem à noite. provei o risoto com abobrinha e camarão. bem bom!

    dezembro 15, 2007 às 12:39 pm

  5. guilherme.atencio

    Boa dica para a próxima vez que eu for lá. Ah, e gostei de saber que tu também lê as minhas besteiras.

    dezembro 15, 2007 às 1:00 pm

  6. Pingback: Non me corta a massa « Capsaicina

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