Burn, baby, burn…

Sharin, novamente.

Fachada
Dia desses foi o aniversário da Denise, mãe da Rebeca e ela queria jantar fora. Mais especificamente no Sharin.
Não é a primeira vez que comi lá, obviamente, mas como faz tempo, achei que seria bom tirar novas fotos. Como se eu precisasse de um motivo pra tirar fotos de um ambiente tão bonito…
Esperando a comida
Ambiente
Ambiente
Ambiente
Estátua

Cadê a comida?
Tá, mas e a comida?
Ok, vamos à comida.
Chutneys e raitas
Estes chutneys e raitas são uma delícia, assim como o pão que acompanha.
Kebab
Estes ovos de codorna envoltos em carne moída são igualmente gostosos.
Quanto as pratos, pedimos coisas bem diferentes.
Forbidden Luxury
Esse é o Forbidden Luxury (Medalhões de filé ao creme curry, maçã e champignon), pedido pelo meu pai. As maçãs dão um toque adocidado ao molho, o que torna o prato muito interessante.
Wali Chicken
Esse é o Wali Chicken (lascas de frango seladas em amido de arroz e cúrcuma salteadas em óleo de amendoin ao molho de tamarindo, shoyo, molho de tomate, limão kefir guarnecidas de cebola, pimentão e arroz jasmim), que eu e Rebeca pedimos. O prato é simplesmente espetacular. É uma avalanche de sabores, mas surpreendentemente eles não entram em conflito, o que poderia parecer dada a grande quantidade de temperos.
Camarões
Esse é o prato de camarão que os pais da Rebeca pediram. Os camarões estavam cozidos no ponto exato, e os temperos completavam o sabor do camarão, ao invés de escondê-lo, como é comum acontecer com pratos feitos com frutos do mar.
Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas na próxima eu vou lembrar delas.
Pra fechar a noite com chave de ouro, pude conversar com Alexandre Sharin, chef e proprietário do restaurante, que me disse uma coisa que me deixou muito feliz: os pratos podem ser feitos com a quantidade original de pimenta e temperos, o que certamente farei na próxima vez que for ao Sharin. Não é que eles sejam insossos, e entendo que o grande público não tem o costume de consumir capsaicina nas quantidades que eu estou acostumado, mas eu espero que comida indiana seja apimentada e temperada.
Na próxima vou me aventurar nas receitas “tradicionais”, e espero que consiga lidar com o poder de fogo das pimentas do Sharin.
Altamente recomendado.
R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596
http://www.sharin.com.br/
sharin@sharin.com.br

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2 Respostas

  1. Ai, babei – fiquei morrendo de vontade de conhecer esse restaurante. Ate porque capsaicina e uma das minhas moleculas preferidas ;-p

    maio 18, 2010 às 12:46 am

  2. Pingback: Sobrevivi! « Capsaicina

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