Burn, baby, burn…

Posts com tag “batata

Gaudério sem glúten

O Igor Santos e a Meire Gomes, além de serem uma ótima companhia, me deram uma dica muito interessante: o Batchê Batata.
Motivados (imagino eu) pela impossibilidade de Meire ingerir glúten, eles foram conhecer este lugar, e realmente é uma boa alternativa pra sair das comidas de sempre.
O lugar em si é simpático, com dois ambientes meio pequenos mas nada que incomode.
IMG_6281
IMG_6282

A comida é feita em umas frigideiras que ficam expostas na parede, e não, eu não sei se as da parede são só decorativas.

IMG_6284

Tu pode escolher 2 tamanhos (450g e 900g) e muitos recheios diferentes. Os preços dos menor ficam em torno de R$14 e o do grande em torno de R$25, ambos com uma quantidade considerável de comida.

Batchê Batata

Batchê Batata

O site vale uma visita, pois é bem completo, com cardápio com preços e ingredientes e várias informações sobre o lugar e a comida. Tem também uma filial no Auxiliadora que eu ainda não visitei.

Pra quem está a fim de experimentar algo diferente do padrão, fica a sugestão.

Batchê Batata
Matriz: Cidade Baixa

ENDEREÇO:

Rua Gen. Lima e Silva, 1226
Bairro Cidade Baixa
Porto Alegre – RS
Telefone (51) 3221-4648

HORÁRIO DE ATENDIMENTO:

Almoço: terça a sábado,
das 11h as 14h (somente telentrega).

Janta: diariamente, das 18h as 23h
(c/ telentrega e salão).

Aos Domingos, almoço e janta
das 11h as 14h e das 18h as 23h
(c/ telentrega e salão).

Filial: Auxiliadora

ENDEREÇO:

Rua Eng° Carlos Trein Filho, 81
Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS
Telefone (51) 3061-4648

HORÁRIO DE ATENDIMENTO:

Terça a Sábado: das 11h as 14h
e das 18h as 23h (almoço e janta
c/ telentrega e salão).

Segundas: das 18h as 23h,
somente janta (c/ telentrega e salão).


Massinha de modelar

(Ler com voz de locutor da Polishop) Você comeu massinha de modelar quando era criança? Se você comeu e tem saudade disso, agora já pode fazer isso de uma maneira saudável e segura! Estas incríveis batatas inglesas roxas são a oportunidade que você esperava!

OK, chega de piadinhas. Por coincidência, alguns dias depois de eu ter comprado a supracitada batata, o Träsel fez um post sobre elas. Me impressionei com a cor que o purê ficou e a impressão de parentesco com a beterraba aumentou quando descasquei a primeira delas e senti aquele cheiro terroso característico. Cruas, elas tem uma cor roxa profunda muito bonita (esqueci de tirar foto, desculpem), mas quando cozida, esta cor diminui para um azul pastel igualmente interessante. Achei o gosto bem parecido com da batata que estamos acostumados, apenas com um leve gostinho de beterraba. Talvez a manteiga e a semolina tenham atenuado o amargor, portanto na próxima vez vou tentar fazê-las fritas ou assadas pra ver se noto mais diferença no gosto. A Rebeca achou amarga, mas como ela não gosta de beterraba, a opinião dela não é neutra.
Purê azul
Pesquisando um pouco sobre o assunto, descobri que o pigmento que deixa elas assim é a antocianina, um bioflavonóide que além de ser antioxidante, pode ser usada para fazer painéis solares orgânicos.  Tu vê só.