Burn, baby, burn…

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Xis Árabe

From Capsaicina

Quando eu era adolescente, um amigo me perguntou se eu conhecia o “Xis Árabe” de Esteio.
Eu achei que ele estava brincando ou que era um xis tradicional, só que o dono era alguém nascido no Oriente Médio.
Felizmente não era brincadeira e nem um mero artifício para identificar o lugar: era de fato algo diferente, chamado de Shawarma, ou Shoarma, e está presente em várias culturas.
O conceito é simples: tiras de carne (assada de uma maneira bem característica) e vegetais dentro de um pão chato.

From Capsaicina

Gostoso, barato e nutritivo. Eu sei que em Porto Alegre tem também, mas eu nunca experimentei, então não posso comparar.
Este de Esteio é bem simples: escolha se quer gado, frango ou misto e quais vegetais vão acompanhar.
Ah, escolha também o tamanho: pequeno ou grande. O pequeno tem um tamanho razoável e o grande é grande MESMO.

From Capsaicina
From Capsaicina

Os lanches custam em torno de R$10, o que eu acho um preço mais do que justo.
Pena que o que tinha em Canoas fechou, pois é ótimo pra quando eu estou com vontade de comer alguma coisa simples mas não quero comer o Xis bacon de sempre.

Contato

3473.2323 – 3473.8446 – 9695.4142
Av. Pres. Vargas, 2153

Centro – Esteio – RS


Revisitando o Suprem

Quase 4 anos atrás, eu falei sobre o almoço servido pelo Suprem, então acho que jé era hora de voltar lá e colocar umas fotos, né?
Pois bem, a comida continua tão boa quanto eu me lembrava. E bonita também.
Temperos indianos

Almoço indiano

Cconfesso minha inveja de gente como o Chef Alex Zarate, que consegue fazer uma comida vegetariana tão saborosa, provando que vegetarianos comem muito mais do que alface e proteína de soja. Eu simplesmente não tenho essa habilidade!
Eu não pretendo abrir mão de ser onívoro, mas se algum motivo médico/psicológico/social/holístico me obrigasse a isso, comida como essa tornaria as coisas bem mais fáceis.

Ah, e tem as sobremesas também. 🙂

Torta de chocolate com frutas vermelhas

Torta de maçã com sorvete de gengibre

Reforço o que já disse antes: comida boa, com preço justo e que te deixa bem alimentado e se sentindo bem.
Altamente recomendado!

Almoços diariamente, das 12h às 14h30. Aos domingos, o local tem banquete com pratos da Índia e apresentação de danças típicas.
http://restaurantesuprem.blogspot.com/

Rua Santo Antônio, 877,Porto Alegre-RS


Húngaros também comem sushi

Eu estava no “A Canga” hoje e vi um produto importado da Hungria que me deixou curioso: wasabi.
image

Por um momento eu pensei como aquilo era bizarro, pois afinal de contas a Hungria não tem nada a ver com sushi, Japão, etc. Depois de uns minutos, me dei conta de uma coisa: o Brasil também não, mas parece natural encontrar shoyu, nori e tudo mais no supermercado.

Atualização:
O Sr. Carlos, do Restaurante “A Canga” deu uma explicação detalhada sobre o produto. Ela pode ser vista nos comentários mas vou reproduzir aqui também:

Este produto que voce relata combina a Raiz Forte com o Wasabi. Uma versão “hungarizada” de um produto japones mundialmente difundido. A Raiz forte é extremamente comum na culinária hungara, principalmente para pratos que tenham derivados de suínos como bacon, costela defumada, pernil defumado,etc. Já esta versão combinada une o paladar caracteristico do Wasabi, um tanto acentuado, com o também acentuado gosto da Raiz Forte. A cor mais branda se deve ao fato de a Raiz Forte ter uma cor clara, marfim,resultando em um esverdeado mais ameno. Sendo que ele também é levemente adoçado para se tornar um pouco mais suave. Os produtos tem uma pequena etiqueta dando descrições breves em portugues.

Carlos, muito obrigado pela explicação. Agora fiquei com mais vontade ainda de experimentar o produto.


Mexicano fusion?

Eu estava com vontade de comer frijoles, mas não queria fazer o de sempre (com bacon e arroz) então tive a inspiração de fazer torradas com pão de milho, cobrir com queijo reino e colocar umas mini-rúculas por cima pra dar um toque diferente.
Culinária fusion?
Felizmente, ficou exatamente como eu queria.
Mais um prato aperitivo para meu cardápio pessoal.


Sobrevivi!

No meu último post sobre o Sharin, eu fiz uma declaração um pouco arrogante, afirmando que na próxima vez iria pedir um prato com pimenta suficiente para deixar orgulhoso meu querido professor Jorge Quilfeldt.
E de fato foi o que fiz: pedi uma Butter Chicken 5 estrelas (o que quer dizer que é só para profissionais).
Butter Chicken
Confesso que senti como se estivesse queimando minhas papilas gustativas em uma oferenda para Kali, mas logo depois o bem-estar e o alívio me faziam querer comer mais um pouco deste prato maravilhoso. Você aí, que acha que Tabasco é fraquinha e ri de gente que acha Doritos Sweet Chili “um horror de apimentado”, sabe muito bem do que estou falando. Você não vai se decepcionar.
Ao contrário do que pode parecer, o prato tem muito sabor, não é só pimenta! São cubos de filé de frango marinado com molho de tomate batido, yogurte, tempero tandoori e folhas de cominho. Ao contrário da maioria dos pratos, este é acompanhado de pão ao invés do arroz, e realmente combina melhor. Só lembre de lavar as mãos após comer.
Além deste prato, pedimos também Lamb Mint, para o caso de não sermos fortes o suficiente para o que nos esperava.
Lambo mint
Arroz
Depois do avalanche organoléptica do Butter Chicken, este prato poderia parecer sem-graça, mas seria uma injustiça enorme. A carne de cordeiro é muito macia e o sabor é bem diferente, levemente refrescante. A diversão da noite era alternar os dois pratos, massacrando a língua com pimenta e hortelã. O João e a Rebeca (fracos!) deixaram o restinho do Butter Chicken pra mim, e eu não comi todo o molho por pura falta de espaço no estômago. No dia seguinte, Rebeca me confessou que já estava sentindo falta de pimenta. É, parece que vicia mesmo…
Agradeço novamente ao Alexandre Sharin pelas sugestões de pratos e pelo ótimo atendimento, além é claro da espetacular comida que nos foi servida.

R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596
http://www.sharin.com.br/
sharin@sharin.com.br


Sushi Koi

Lembram deste post aqui? Pois é, o lugar fechou e eu achei que tinha perdido a chance de fazer uma aventura gastronômica. Semana passada descobri que o restaurante na verdade mudou de lugar e agora está MUITO mais bonito. Queimei a língua como como se tivesse comido um quilo de wasabi. Pode-se pedir combinados e temakis ou optar pelo buffet, que inclui os tradicionais missoshiro, yakisoba, hot philadelfia e temakis.
Sushi
Sushi
Sushi
Sushi
Sushi
Sushi
Yakisoba
A sobremesa é interessante, é um “carpaccio” de frutas com um creme de chocolate.
Sobremesa
O preço é justo (R$40 feminino e R$50 masculino) e o sushi é bom. O dono do restaurante trabalhou com o Kléber, é, aquele do sushi by Kléber. Fico feliz em dizer que o Sushi Koi completa o que faltava em Canoas, para aqueles dias que tu quer comer bastante sushi sem gastar muito.
O Sushi Koi fica na rua 7, no número 157 (é uma casa de esquina).
O Google ainda não tem essa rua nos seus mapas, mas é barbada: passe na frente da Ulbra indo pela Miguel Tostes, entre à direita na última rua antes de chegar na Av. Antônio Frederico Ozanan.
O telefone de lá é 3465-3039


Sharin, novamente.

Fachada
Dia desses foi o aniversário da Denise, mãe da Rebeca e ela queria jantar fora. Mais especificamente no Sharin.
Não é a primeira vez que comi lá, obviamente, mas como faz tempo, achei que seria bom tirar novas fotos. Como se eu precisasse de um motivo pra tirar fotos de um ambiente tão bonito…
Esperando a comida
Ambiente
Ambiente
Ambiente
Estátua

Cadê a comida?
Tá, mas e a comida?
Ok, vamos à comida.
Chutneys e raitas
Estes chutneys e raitas são uma delícia, assim como o pão que acompanha.
Kebab
Estes ovos de codorna envoltos em carne moída são igualmente gostosos.
Quanto as pratos, pedimos coisas bem diferentes.
Forbidden Luxury
Esse é o Forbidden Luxury (Medalhões de filé ao creme curry, maçã e champignon), pedido pelo meu pai. As maçãs dão um toque adocidado ao molho, o que torna o prato muito interessante.
Wali Chicken
Esse é o Wali Chicken (lascas de frango seladas em amido de arroz e cúrcuma salteadas em óleo de amendoin ao molho de tamarindo, shoyo, molho de tomate, limão kefir guarnecidas de cebola, pimentão e arroz jasmim), que eu e Rebeca pedimos. O prato é simplesmente espetacular. É uma avalanche de sabores, mas surpreendentemente eles não entram em conflito, o que poderia parecer dada a grande quantidade de temperos.
Camarões
Esse é o prato de camarão que os pais da Rebeca pediram. Os camarões estavam cozidos no ponto exato, e os temperos completavam o sabor do camarão, ao invés de escondê-lo, como é comum acontecer com pratos feitos com frutos do mar.
Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas na próxima eu vou lembrar delas.
Pra fechar a noite com chave de ouro, pude conversar com Alexandre Sharin, chef e proprietário do restaurante, que me disse uma coisa que me deixou muito feliz: os pratos podem ser feitos com a quantidade original de pimenta e temperos, o que certamente farei na próxima vez que for ao Sharin. Não é que eles sejam insossos, e entendo que o grande público não tem o costume de consumir capsaicina nas quantidades que eu estou acostumado, mas eu espero que comida indiana seja apimentada e temperada.
Na próxima vou me aventurar nas receitas “tradicionais”, e espero que consiga lidar com o poder de fogo das pimentas do Sharin.
Altamente recomendado.
R. Felipe Neri, 332 – Bairro Auxiliadora
Porto Alegre – RS – Brasil
Fone: 51 3333.8596
http://www.sharin.com.br/
sharin@sharin.com.br